{"id":27,"date":"2022-09-11T14:49:29","date_gmt":"2022-09-11T17:49:29","guid":{"rendered":"https:\/\/opequenofugitivo.com.br\/?p=27"},"modified":"2022-09-11T14:51:18","modified_gmt":"2022-09-11T17:51:18","slug":"raia-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/opequenofugitivo.com.br\/index.php\/2022\/09\/11\/raia-4\/","title":{"rendered":"Raia 4"},"content":{"rendered":"\n<p>Um abra\u00e7o apertado, sufocante e silencioso, desliza sobre a tela nas imagens que encerram&nbsp;<em>Raia 4<\/em>, longa-metragem de estreia de Emiliano Cunha. Em um filme povoado por sil\u00eancios de ponta a ponta e cuja estrutura de roteiro e fotografia procura localizar sua for\u00e7a dram\u00e1tica nessas imagens que parecem dizer pouco, ancorando-se em um desenrolar paciente, \u00e9 interessante notar o processo evolutivo que&nbsp;<em>Raia 4<\/em>&nbsp;vai costurando. Sem elaborar um argumento puramente ret\u00f3rico para evidenciar suas inten\u00e7\u00f5es discursivas e narrar as afei\u00e7\u00f5es de sua personagem central, o filme escolhe um caminho seguro para navegar, reduzindo sua trama e sua montagem ao essencial cinematogr\u00e1fico. Concentrado na constru\u00e7\u00e3o de uma narratividade l\u00edmpida e sem grandes rupturas ou viradas de roteiros, o filme de Emiliano Cunha prefere ent\u00e3o explorar outros elementos e g\u00eaneros (n\u00e3o deixa de ser interessante como, algumas semanas ap\u00f3s assisti-lo, seu filme me parece ainda inclassific\u00e1vel).<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio, h\u00e1 um ac\u00famulo de for\u00e7as das express\u00f5es dram\u00e1ticas do filme na perspectiva do olhar de Amanda (Br\u00eddia Moni), a jovem atleta de nata\u00e7\u00e3o que \u00e9 protagonista do filme. Em prepara\u00e7\u00e3o para a disputa do Campeonato Sulamericano, o sil\u00eancio de Amanda d\u00e1 a t\u00f4nica de boa parte das sequ\u00eancias de Raia 4, pois s\u00e3o seus olhares e seus gestos que imprimem o ritmo e d\u00e3o peso \u00e0 configura\u00e7\u00e3o da trama. Uma velha li\u00e7\u00e3o bressoniana parece plenamente absorvida e satisfeita aqui. O que aprofunda a possibilidade da obra cinematogr\u00e1fica transmitir sensa\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico \u00e9 tamb\u00e9m fruto da \u201cfor\u00e7a que irrompe do olho\u201d, pois \u201cmontar um filme \u00e9 ligar as pessoas umas \u00e0s outras e aos objetos pelos olhares\u201d, anotou Robert Bresson em suas c\u00e9lebres&nbsp;<em>Notas sobre o Cinemat\u00f3grafo<\/em>. Essa rela\u00e7\u00e3o faz sentido porque o filme caminha na dire\u00e7\u00e3o de um registro intimista, vocacionado em se manter grudado em Amanda, vivendo com ela seus maiores medos, descobrindo com ela os desejos do corpo, sofrendo com ela a press\u00e3o da competitividade, em suma, percorrendo alguns caminhos incontorn\u00e1veis da adolesc\u00eancia, bem como alguns de seus aspectos violentos e traumatizantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem maturidade, ali\u00e1s, a maneira com que as coisas se desenrolam e a sensa\u00e7\u00e3o de veracidade que transborda de suas imagens. N\u00e3o de real, pois o filme tem um p\u00e9 inclusive no fant\u00e1stico (aquele final tem a escritura do horror), no suspense&nbsp;<em>hitchcockiano<\/em>&nbsp;e em certo cinema refrat\u00e1rio \u00e0 press\u00e3o atmosf\u00e9rica de um Carpenter e seus filiados; David Robert Mitchell\u2026 N\u00e3o deve ser dif\u00edcil para o leitor e a leitora que experimentaram, em algum esporte, as rotinas e as viagens da vida atl\u00e9tica alimentarem os sentidos de identifica\u00e7\u00e3o e semelhan\u00e7a com Amanda. Se o mundo competitivo do esporte profissional \u00e9 uma m\u00e1quina de produ\u00e7\u00e3o de desejos e ambi\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m \u00e9, na mesma medida, uma ferramenta de destrui\u00e7\u00e3o de sonhos e de terror psicol\u00f3gico, em muitos casos. E o terror produz terror, invariavelmente. \u00c9 por isso que, para oferecer essas sensa\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico, para produzir determinados efeitos de empatia e identifica\u00e7\u00e3o sem ser consumido por trucagens muito \u00f3bvias de roteiro,&nbsp;<em>Raia 4<\/em>&nbsp;decide que Amanda deve guiar o olhar do espectador com o seu pr\u00f3prio. Sua personagem \u00e9 importante para o filme como a raia de n\u00famero quatro o \u00e9 para a nata\u00e7\u00e3o: ela ocupa, no espa\u00e7o da a\u00e7\u00e3o, a centralidade do ret\u00e2ngulo e ret\u00e9m a aten\u00e7\u00e3o de quem v\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>Amanda pouco fala por meio de palavras, revirando-se psicologicamente e expressando suas dores, n\u00e3o \u00e9 demais enfatizar, no percurso dos seus olhares e das decis\u00f5es que toma: o primeiro ciclo menstrual que chega, a competitividade do esporte, as rela\u00e7\u00f5es com os colegas nos treinamentos, os joguetes da fase de amadurecimento adolescente e a rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia (com a m\u00e3e), todos estes elementos e movimentos que bagun\u00e7am a l\u00f3gica e perturbam a vida de qualquer jovem, em meio a todos os clich\u00eas que a comp\u00f5em.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e9 preciso voltar aos sil\u00eancios do filme, pois eles gritam e parecem chamar o espectador, como um campo magn\u00e9tico, para o raio de suas vibra\u00e7\u00f5es. Ao inv\u00e9s de buscar o distanciamento observador (abordagem muito cara para as sensibilidades narrativas e est\u00e9ticas contempor\u00e2neas), o filme de Emiliano Cunha parece perseguir uma proximidade radical, uma compress\u00e3o do espa\u00e7o, uma redu\u00e7\u00e3o do extracampo. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que \u00e9 preciso preencher a tela com&nbsp;<em>sons e sentidos<\/em>&nbsp;muito vis\u00edveis (pois n\u00e3o ser\u00e3o colocados expressamente em palavras) e tamb\u00e9m deixar vazar as sensa\u00e7\u00f5es que borbulham na pele angustiada da jovem Amanda. Essa for\u00e7a prestes a explodir lhe \u00e9 insepar\u00e1vel e a c\u00e2mera persegue seu corpo e suas descobertas, suas decep\u00e7\u00f5es e desejos, e participa, portanto, de tudo que for necess\u00e1rio&nbsp;<em>mostrar<\/em>&nbsp;para intensificar seus movimentos na trama. E por dentro, nos contam as imagens, Amanda \u00e9 muitas coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>A precis\u00e3o dessa constru\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para o filme escapar de uma l\u00f3gica essencialista e encontrar sua for\u00e7a na pureza de gestos simples que, a bem dizer, n\u00e3o deixam o desfecho ser uma surpresa. Se a viol\u00eancia e a morte nunca gastam tempo para justificarem suas crueldades,&nbsp;<em>Raia 4<\/em>&nbsp;investe o tempo de sua dura\u00e7\u00e3o na busca desse equil\u00edbrio motivacional, nessa costura de ju\u00edzos e decis\u00f5es que podem muito naturalmente caminhar para dire\u00e7\u00f5es as mais obscuras. E ent\u00e3o o gesto cinematogr\u00e1fico se consuma em um abra\u00e7o abaixo d\u2019\u00e1gua que dissolve e separa dois corpos para sempre.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dir. Emiliano Cunha (Brasil, 2019)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Publicado originalmente no&nbsp;<strong>Zinemat\u00f3grafo<\/strong>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um abra\u00e7o apertado, sufocante e silencioso, desliza sobre a tela nas imagens que encerram&nbsp;Raia 4, longa-metragem de estreia de Emiliano Cunha. 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